segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Cine-teatro: Ópera do malandro (segunda parte)
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Estréia: Ópera do malandro.
Começo hoje uma nova fase do Cineteatro.
Gosto de buscar filmes que tenham sido feitos a partir de peças de teatro. O que não significa peça filmada, mas sim adaptada para a linguagem do cinema.
Hoje começo um esquenta com A Ópera do malandro, de Ruy Guerra que é uma das melhores.
Chico Buarque se acostumou a escrever textos de teatro adaptados de outras obras. Foi assim com o infantil Saltimbancos, da obra Os Músicos de Bremen dos Irmãos Grimm, ou com Gota D'água, da tragédia grega Medéia.
Neste musical, Chico utiliza da Ópera dos três vinténs, do alemão Bertolt Brecht para contar a história do malandro do morro carioca.
Só por isso já seria motivo suficiente para assistir ao filme. No entanto... (continua na próxima semana).
Baixe a curta primeira parte e acompanhe esta jornada todas as segundas-feiras do mês de novembro.
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Na próxima semana
domingo, 1 de novembro de 2009
Para comemorar.
Ao todo, serão formados 400 jovens, sendo 120 atendidos na primeira etapa, que acontece em novembro; outros 140 em março de 2010 e o mesmo número para a última etapa, em abril de 2010.
Parabéns Gabriel, Paloma e Leandro.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O caminho da mandrágora.
É que o artista vai criando sua obra e descobrindo nela um a beleza que só o texto não trazia.
Após as primeiras experimentações, fomos delineando o caminho de "A mandrágora".
E esse caminho parte de quatro pressupostos:
Teatro didático e dialético (Brecht)
Nicolau Maquiavel e o texto
A transposição para o universo nordestino (e, em especial, Antonio Nóbrega)
A estética de Bottero.
Tudo que se verá na estréia que se aproxima é uma mistura destes elementos.
Aguarde!
domingo, 4 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Captação de materiais
1 projetor qualquer marca em perfeito estado (clique aqui para ver modelo) - servirá para projeção de filmes nas sessões de Cine Pipoca do Projeto Quintas Culturais.
Laptops ou computadores - Novos ou usados, servirá para a montagem do laboratório de textos , filmes e arquivos multimídias teatrais que será implementado pela Cia Daraus.
Mesa de Luz (veja aqui o modelo básico) + rack de energia ( veja aqui o modelo) - para iluminação dos espetáculos
domingo, 20 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Comece a ler sobre teatro.

Além da idéia, um ótimo curta.

Inauguramos hoje uma nova seção: Exemplo a ser seguido.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Coco Zambê
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Citação 01
- "Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar. É da empresa privada o seu passo em frente, seu pão e seu salário. E agora não contente querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence."
- Bertolt Brecht -no poema "Privatizado "
sábado, 5 de setembro de 2009
Ato II Cena 5
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Entrevista 2: Ellen Gonçalves

Em 2004, os integrantes da Cia Daraus foram entrevistados às vésperas da estréia da peça "The tutor", de Bertolt Brecht.
Ellen Gonçalves é a maior representante da força que é ter um grupo de teatro atuante em uma filial da Cultura Inglesa. Participante ativa da filial, Ellen fez parte das montagens anteriores de Higienópolis e , em 2003, com a chegada da Cia Daraus de Teatro (CDT), continuou firme e forte.
CDT: O que te atrai no trabalho da CIA?
Ellen: A dinâmica, a liberdade de expressão e os integrantes.
CDT: Qual sua impressão de The Tutor ao ler o texto?
Ellen: Na primeira leitura, um texto chato e embora comédia, pouco engraçado. Acredito que isso aconteceu por ser um texto de difícil compreensão. Para entendê-lo por inteiro, foi necessário alguma leituras.
CDT: Como foi, para você, o processo de montagem?
Ellen: Fantástico. Se tivéssemos mais tempo, seria ainda melhor.
CDT: O que acha do texto e da peça?
Ellen: Embora difícil, é um texto que diverte e ao mesmo tempo faz pensar, porém, a peça é cheia de simbologia, o público que a assistir precisará ficar bem atento.
CDT: Qual (s) seu (s) personagem (s)? Qual a importância deles para o espetáculo?
Ellen: Frl. Muller, Frl. Rehhar e Lise. Frl Muller faz questão de mostrar seu desprezo em relação a Lauffer. Frl. Rehhar é um pouco arrogante e disputada entre Patus e Bollwerk. Lise é uma jovem garota que a todo o momento tenta agradar e conquistar Lauffer, até mesmo quando castrado.
CDT: Como se sente nesse período próximo da estréia?
Ellen: Tranqüila, até demais, pelo menos por enquanto. Deixa chegar o dia...
CDT: O que espera da temporada?
Ellen: Que o público goste e entenda.
CDT: Qual sua relação com o teatro antes dessa montagem e qual agora?
Ellen: Já participei de grupos de teatro, inclusive da Cultura Inglesa, porém, nunca tinha feito algo do tipo, ainda mais com tantas apresentações. O processo me deixou ainda mais apaixonada por teatro. É muito bom a troca de conhecimentos com pessoas que gostam do que fazem. Afinal, ninguém faz teatro por obrigação.
domingo, 16 de agosto de 2009
Cine-teatro: Jogo de cena


Atendendo a um anúncio de jornal, 83 mulheres contaram suas histórias de vida num estúdio. Em junho de 2006, 23 delas foram selecionadas e filmadas no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro. Em setembro do mesmo ano, atrizes interpretaram, ao seu modo, as histórias contadas pelas personagens escolhidas

Jogo de Cena mistura as imagens das atrizes interpretando - dando depoimentos às câmeras como as personagens originais - e as entrevistas reais, criando mesmo esse jogo que o título sugere. O documentário evidencia essa capacidade de Coutinho de selecionar personagens fascinantes e de fazê-los se sentir à vontade a ponto de chorar e rir às suas câmeras. O diretor expõe os sentimentos das entrevistas de uma forma nada apelativa, não somente das personagens que contam suas tragédias, mas também das atrizes. Fernanda, Andréa e Marília contam como se sentiram durante a interpretação e todas se mostram bastante emocionadas.
sábado, 15 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Quem é Maquiavel, o autor de A mandrágora.

Nicolau Maquiavel, em italiano Niccolò Machiavelli, (Florença, 3 de Maio de 1469 — Florença, 21 de Junho de 1527) foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano doRenascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pela simples manobra de escrever sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. Os recentes estudos do autor e da sua obra admitem que seu pensamento foi mal interpretado historicamente. Desde as primeiras críticas, feitas postumamente por um cardeal inglês, as opiniões, muitas vezes contraditórias, acumularam-se, de forma que o adjectivo maquiavélico, criado a partir do seu nome, significa esperteza, astúcia.
Niccolò di Bernardo dei Machiavelli viveu a juventude sob o esplendor político de Florença durante o governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Nesse cargo, Maquiavel observou o comportamento de grandes nomes da época e a partir dessa experiência retirou alguns postulados para sua obra. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu suas principais obras. Conseguiu também algumas missões de pequena importância, mas jamais voltou ao seu antigo posto como desejava.
Como renascentista, Maquiavel se utiliza de autores e conceitos da Antiguidade Clássica de maneira nova. Um dos principais autores foi Tito Lívio, além de outros lidos através de traduções latinas, e entre os conceitos apropriados por ele, encontram-se o de virtù e o de fortuna.
Cine-teatro


sexta-feira, 7 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Entrevista 1: Fernanda Leon

Uma visão apaixonada
Fernanda Leon é uma das mais novas integrantes da Cia Daraus de Teatro. Aluna da filial Higienópolis da Cultura Inglesa, Fernanda entrou para a Cia em setembro de 2003 e não parou mais. Encontrou, na montagem de The Tutor, um grande desafio: interpretar um homem. Mas desse desafio surgiu o prazer por atuar...
CDT: O que te atrai no trabalho da CIA?
Fernanda: Várias coisas me atraem no trabalho da Cia, como o trabalho em equipe, a sinergia do grupo, o comprometimento do diretor e dos atores e a diversão de estar no palco. Enfim, eu acho que o grupo consegue fazer de um trabalho responsável e comprometido uma tarefa muito prazerosa.
CDT: Qual sua impressão de The Tutor ao ler o texto?
Fernanda: Eu acho que é um texto inteligente, que faz críticas a sociedade do século XVIII e que podem ser mantidas nos tempos atuais. Apesar disso, trata de todas as questões na forma de uma comédia, o que diverte o expectador.
CDT: Como foi, para você, o processo de montagem?
Fernanda: Foi bem legal. A princípio parecia impossível a tarefa de montagem do espetáculo. Tínhamos que construir os personagens, encontrar suas motivações, vontades e contra-vontades, além das relações com os demais personagens. Também tivemos que nos adaptar a um texto em inglês, preparar figurinos e pensar no cenário. Foi um trabalho longo, mas bem divertido e, agora que estamos tão perto da estréia, podemos olhar para trás e perceber como conseguimos avançar nesse projeto.
CDT: O que acha do texto e da peça?
Fernanda: Eu acho o texto bem inteligente e acredito que todos nós das Cia Daraus nos empenhamos muito para que a peça fique muito legal também.
CDT: Qual (s) seu (s) personagem (s)? Qual a importância deles para o espetáculo?
Fernanda: Meu principal personagem é o Fritz. Trata-se de um menino que sai de casa para ir para faculdade, mas mantém algum contragosto com a viagem, pois deixa para trás seu amor, sua prima Güschen (Gustel como ele a chama). Ao longo da peça, ele passa por algum amadurecimento e conhece novas coisas, mas mantém intacto seu amor e convicção de se casar com a pessoa amada. A importância do Fritz na peça, entre outras, é mostrar como os fatos são subjetivos e podem ter diversas interpretações.
CDT: Como se sente nesse período próximo da estréia?
Fernanda: Eu estou ansiosa, mas feliz com a idéia de estrear na próxima sexta.
CDT: O que espera da temporada?
Fernanda: Que seja um sucesso!!
CDT: Qual sua relação com o teatro antes dessa montagem e qual agora?
Fernanda: Eu acho que aprendi muito nessa montagem. Eu tinha feito alguns cursos de teatro na adolescência, mas nunca com tanto comprometimento como agora.
sábado, 1 de agosto de 2009
Esmaga Sapo ou Vila Albertina
A CDT está agora na Vila Albertina, um bairro da zona norte de São Paulo, pertencente ao distrito do Tremembé.
No início do século a região era conhecida como "Esmaga Sapo" por ter formação de pequenos brejos. Geograficamente o bairro foi formado entre duas grandes colinas que fazem divisa com o Jardim Tremembé e a Serra da Cantareira. As chácaras e pequenos criadores de animais foram dando espaço para os loteamentos e invasões.
Está ao lado do Cinturão Verde de São Paulo e a região possui comércio local, mas carece de serviços bancários e de incentivos para novas empresas se alocarem.
Deixe seu comentário, críticas e sugestões.
sábado, 25 de julho de 2009
Memória 01
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Como a CDT surgiu.

Criada em 1998 por jovens universitários, a Cia Daraus Teatro começa seu trabalho com Nelson Rodrigues em Perdoa-me por me traíres e, com isso, surge sua filosofia de trabalhar com textos clássicos e adaptá-los para a realidade dos integrantes da Cia criando um paralelo entre a situação histórica e social do texto escrito e a situação vivida. Após 10 anos de trabalho, tendo feito parte inclusive de festivais da Cultura Inglesa SP (1º lugar no Drama Festival 2004) a Cia Daraus fixa sede na periferia de São Paulo, Zona Norte. Primeiro por meio de parcerias com a Fundação Gol de Letra, o CEU Jaçanã e a Obra Social André Marcel e agora com sede própria.
1998 - Perdoa-me por me traíres - Nelson Rodrigues
1999 - O que os olhos não vêem... ( adaptada da peça Equus , de Peter Shaffer
2010 - A Mandrágora - Maquiavel
2010 - As MedÉias da Periferia (adaptada das peças Medeia, de Euripedes e Gota Dágua,de Chico Buarque)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
A mandrágora, novo desafio.

